O filtro de partículas diesel (DPF) captura as partículas de fuligem do escapamento do diesel, evitando que elas entrem na atmosfera. A ECU gerencia a estimativa de carga de fuligem, as estratégias de regeneração e o monitoramento do sistema.
Visão geral
A fuligem se acumula no DPF durante a condução normal. Quando a carga de fuligem atinge um limite, a ECU inicia a regeneração aumentando a temperatura do escapamento para queimar as partículas acumuladas.
Sinais controlados
- Sensor de pressão diferencial do DPF
- Sensores de temperatura pré-DPF e pós-DPF
- Carga de fuligem model (calculada)
- Pós-injeção para regeneração ativa
- Acelerador e EGR para controle de temperatura
Mapas envolvidos
- Mapas de estimativa de carga de fuligem
- Limites de acionamento de regeneração
- Mapas pós-injeção (regeneração)
- Mapas de alvos EGT
- Limites de pressão diferencial
Sequência lógica
Estimativa de carga de fuligem (com base no model)
↓
Verificação da pressão diferencial
↓
Solicitação de regeneração?
↓ SIM
Ativar pós-injeção + ajuste do acelerador/EGR
↓
Monitorar EGT até que a fuligem seja eliminada
Objetivos da calibração
- Regeneração completa sem intervenção do motorista
- Minimizar o consumo de combustível durante a regeneração
- Evitar danos ao DPF por excesso de temperatura
Estratégia de calibração
- A exclusão do DPF requer uma verificação completa da ECU 1TP41
- Ajuste os intervalos de regeneração se os padrões de direção mudarem
- Verificar a precisão do sensor de pressão diferencial
Diagnóstico
- Falhas na pressão diferencial do DPF
- Regeneração incompleta
- Carga de fuligem muito alta - necessária regeneração forçada
Práticas recomendadas
- A remoção do DPF é ilegal para uso em estradas na maioria dos países
- Use óleo com baixo teor de cinzas (ACEA C3) para minimizar o acúmulo de cinzas
- Dirigir ocasionalmente em rodovias ajuda na regeneração passiva
